terça-feira, 30 de abril de 2013

Quilo,

Dito filo, por que quilo pesa mais que um saco?
Mato alto, por que salto e por que não saco?
Mente a mente, tantos tratos em um belo saco.
Chuva e sol, casamento de espanhol...

Angústia,

Estômago pesado, não foi a comida, há algo maior por trás.
Como estar preso, não poder se mexer, nem em pensamento, em tudo que se faz, sua atenção é tirada. Aquilo que não te deixa fazer nada, pois ocupa sua mente o tempo todo, mas aquilo que você não pode fazer nada para que passe.

Na verdade até pode ser feito algo, mas é algo fora do alcance intelectual, algo que você não está preparado... ou tem medo.

Ou não tem coragem, pois é diferente de ter medo.

Enfim, algo que te zoa e tu não pode fazer nada.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

teste,

Bruno diz:
Quando disse isso, quis dizer exatamente que, salvo exceções, o perfil de um pequeno-burguês é justamente não encontrar saída e acreditar que é possível mudar por dentro do sistema, com ações individualizadas.
Quanto às revoluções serem sanguinárias, há outra alternativa de tomar o poder? Os responsáveis por causar hoje todo o sofrimento à maior parte da população não entregarão toda a riqueza pro
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aqui um esquerdista
mas não gosto desses termos
tenho lido na folha há mais de um ano creio
contardo calligaris, luiz felipe pondé e companhia
e seus textos na ultima pagina da ilustrada
é incrivel como são de direita
e ao observar os dois lados
nada prevalece
um texto do pondé do mes passado falava do comunismo como um monstro
que matou mais que hitler
dizia que Lênin era um ditador cruel, que faltava ensinar isso nas escolas
no final deu a entender que hitler era bonzinho perto de lenin
aí vem esse cara no blog e argumenta "Quanto às revoluções serem sanguinárias, há outra alternativa de tomar o poder?"
é um contra argumento que não gosto
mas faz face a um argumento que também não gosto
no final não saem disso
parece que só há trocas de injúrias dos dois lados
e não uma solução
ninguem procura a solução
procura apenas defeitos no outro lado
teve outro texto do calligaris falando do pinheirinho
que dizia, basicamente, isso: Você gostaria de um bando de gente invadindo o seu terreno e se estabelecendo lá? Estão contra a lei
aí eu parei pra pensar, mas os direitos humanos não estão acima de tudo? acima da lei também estariam?
porque é desumano o modo como espantaram as familias do pinheirinho, isso eu vi em vídeo
vou pensar mais
e postar sobre isso
Patricia diz:
gosto da folha, mas não confio nela
e não acho que é válido falar sobre esquerda/direita, socialismo/capitalismo, revolução sangrenta...
Bruno diz:
gosto da folha, mas minhas opiniões não batem em muitas coisas
é o que eu digo... não é valido só brigar por nada
Patricia diz:
não sei se há solução, se é o caminho natural da humanidade
Bruno diz:
quero soluções
Patricia diz:
não sei o que é eficaz
Bruno diz:
tem tanta gente no mundo
pra pensar nisso
e ficam brigando
Patricia diz:
é muito fácil apontar os erros do sistema olhando de fora e não se inserindo nele
"o problema tá no legislativo e no judiciário"
nossa, que legal
como se eles fossem independentes de tudo e de todos
"temos que mudar as leis e tambem a forma como consumimos" ótimo, mas ninguém quer mexer com o legislativo e ninguém quer sair por baixo usando peças artesanais
não sei nem se eu quero, como eu vou apontar isso como solução e falar pros outros fazerem isso?
acho cômodo sentar, pensar um pouco sobre o assunto, apontar umas soluçõezinhas senso-comum e seguir a vida
Bruno diz:
" me pergunto se há uma alternativa não sanguinária. Não vejo, mas me causa repulsa a violência. Talvez esse seja o maior motivo de me sentir sem saída. Me causa tristeza esse sangue derramado nessa transição."
é exatamente nisso que estamos
a gente é isso, não vamos ser frevolucionarios
se formos, vamos ser que nem os caras da usp que todo mundo acha que só quer maconha
por isso estamos presos
é comodo sentar e pensar mesmo...
então fazer o que?
continuar a viver apenas
e ficar feliz por ter sorte e ter nascido numa boa família
e não na china como campones
Patricia diz:
sabe o que eu também não acho legal
ter uma boa condição
ou ser rico
e ter vergonha em mostrar.
vivemos numa sociedade capitalista e é absolutamente normal que existam ricos e super ricos, mas também pobres e paupérrimos
por que ficar exaltando só os pobres? por que o rico é condenado se mostrar sua riqueza?
não to falando de um modo humilhante
mas mostrar no sentido de querer se vestir, comer e morar bem, devolvendo como pode a riqueza, circulando o dinheiro, investindo na economia
Bruno diz:
continue
Patricia diz:
por exemplo, as pessoas ficam indignadas com mulheres ricas, mas não é super normal que isso aconteça? por que as pessoas fingem que os super ricos não existem? se for inveja disfarçada, é muito mais repugnante do que esse falatório esquerdista de "ah, tem tanta gente passando fome no mundo e os ricos gastando"
claro, eles vão fazer o que? ficar com o dinheiro parado na conta, o que é pior?
nem por isso eles têm que ser fúteis e arrogantes
é sempre lindo ver um rico culto e preocupado em ajudar ao resto da sociedade
mas ser rico hoje em dia é uma vergonha
o pobre é supervalorizado
mas também não to falando que pobre merece ser pobre
Bruno diz:
eu sei, eu sei
Patricia diz:
ou que a sociedade com abismos sociais é super legal
não é legal, mas é natural
Bruno diz:
eu entendi melhor do que vc imagina o seu pensamento
Patricia diz:
o que não é legal é a vergonha em ser rico e o discurso esquerdista marxista de "ah, que horror esses ricos, olhem para os pobres passando fome e trabalhando como condenados"
que bom
Bruno diz:
eu já tinha pensado nisso
exatamente nisso
mas nunca tinha formulado as ideias como vc disse agora
Patricia diz:
no fundo, exaltam os pobres mas desejam ser ricos...
ninguém pensa "quero ser pobre"
muito menos "quero ser da classe média"
ou continuar na classe média
mas é feio falar que quer ser rico
"quero ser rica" > "nossa, como você é fútil"
Bruno diz:
os esquerdistas iriam querer te detonar com esse discurso

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O Castelo,

Livro de Franz Kafka, antes de mais nada, é um livro com início misterioso (onde nada se sabe), desenrolar lento (na maior parte do tempo) onde ao pouco algumas coisas vão aparecendo (mas nada ficando muito claro), é de certa forma torturante para quem não está acostumado a ler muitos livros ~~~eu~~~~ algumas passagens onde o Kafka, cuzão, se esquece da história e começa a descrever coisas aleatórias e, aparentemente, sem nenhuma importância pra trama, justamente quando parecia que esta seguiria um rumo fixo. Ele gasta 1, 2, 10 páginas seguidas descrevendo ou se preocupando com fatos que se distanciam do principal e parecem inúteis...

A história no fundo é o fator que move o livro, porém não é o principal (é só uma guia pra abertura e desenvolver de ideias) , tanto que ela não tem final e possui ares de nonsense.
Agora, se a história não tem final e se desenrola lentamente, qual o atrativo do livro? Achei um

No início e ao longo do livro: Mistério, nada se sabe e tudo pode se saber na próxima página ( doce ilusão eu tinha)

Mas as ideias vão maturando na mente e visões começam a se formar, algumas até fazendo sentido, olha a minha: K. (o personagem sem nome do livro) chega com um objetivo de ir ao Castelo, mas este se mostra inacessível e só K. que é novo na vila parece ter esperanças de alcançá-lo, mas ao decorrer da história, tudo se desmancha numa armadilha burocrática e de poder invisível (os senhores do castelo tinham um poder injustificável ao meu ver) que põe obstáculos no caminho de K., fazendo-o não alcançar seu objetivo, o Castelo.

É como a vida, temos um objetivo (sonho), colocam obstáculos, alguns já desistiram desse objetivo e se preocupam com coisas menores e cotidianas e também contribuem para desistirmos do nosso sonho, são pessimistas, ao decorrer do tempo vamos nos desviando e perdendo forças, se contentando com outras coisas. O que nos faz desistir é o sistema, o poder invisível, o Castelo que exerce influência em tudo ao nosso redor.

Será que preciso escrever mais? Certamente, mas agora não consigo me expressar




terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Teoria conspiratória de dominação mundial,

O título é esse porque achei legal, mas não é bem disso que se trata.
Perceba, alguns dizem que somos controlados pela mídia, outros dizem que somos controlados pelo governo, e alguns insistem que as religiões dominam o mundo com seus seguidores fanáticos.
Mas é um fator comum que todos saiam por aí dizendo "somos controlados por ******* abram seus olhos, reivindiquemos nossa liberdade e nossos direitos", ok, abri meus olhos, já sei o que me controla? Sou mesmo controlado? Onde estão as provas?

Nãooooo, calma aí, não vou desmentir os fatos e dizer que Veja e Folha não são manipuladoras, só mostrarei minha opinião.
Que a Veja é manipuladora, todos sabem, que a mídia toda a é, ok, mas onde está o problema já que sabemos que ambas são manipuladoras? Aparentemente todos concordam com esse fato, se todos concordam e sabem que são manipulados, quem elas irão manipular?
Deixando isso de lado um pouco, antes que eu me esqueça algo que queria falar, vamos pra outra parte... Olhe o mundo, faça uma bola que se parece com a Terra na mente... Imagine as pessoas que sabem que estão sendo manipuladas (ou supõe que estejam) as redor do mundo, são muitas não? Mas elas continuam a viver normalmente, não sejam realmente manipuladas, mas porque o sistema não permite coisa diferente.

Ok, que coisa óbvia. Mas continuando, esse sistema que começou a se moldar a muito tempo atrás e conseguiu se consolidar com a revolução industrial, o capitalismo, acúmulo de capital acima de tudo, agora voltando ao início, quem mesmo controla tudo? O capitalismo!
Grandes empresas, banqueiros, empresários bilionários, eles fazem o governo ficar do lado deles, eles conseguem (só porque seria mais lucrativo para eles) fazer o governo tomar posições contrárias as da população.
E quem dá dinheiro pra eles é a população.

Ouvi dizer também que essa crise capitalista tem alguns motivos interessantes:
- Acumular capital demais: Empresas só querem acumular, tirando dos outros, mas se o dinheiro está cada vez mais acumulado na mão deles, os outros não tem.
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preguiça de continuar, falta falar do google, redes sociais...

domingo, 30 de outubro de 2011

Dúvida,

Duvide de tudo o que ouve e o que te passam como verdade, busque outras fontes, não acredite de primeira

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Primaveril,

A semente que nasceu em 1848 guiou o rumo do mundo todo o século seguinte. Foi ela a base para a Revolução Russa do início do século passado, com a revolução se instaurou a primeira república de caráter socialista, e essa república foi uma das protagonistas da Guerra Fria, por exemplo.
Agora, se na Primavera dos Povos a organização do proletariado e do povo contra as forças de opressão resultaram nisso, imagine se isso ocorresse novamente agora, o que iria acontecer?
O capitalismo passou por algumas crises, a que sucedeu a década de 1840, uma crise de superprodução e pouco consumo, poderia ter levado a sistema para baixo, não fosse a solução que os capitalistas encontraram.
Essa solução foi o imperialismo, criar um mercado consumidor na África e explora-la, bem como em outras colônias pelo mundo. Isso ocasionaria a primeira guerra mundial.

Mas o que eu queria escrever era que, voltando lá, nessa Primavera dos Povos "Árabe" , com ondas revolucionárias não só pelos países Árabes, como também na Itália, Grécia e no próprio Estados Unidos, apesar de não possuírem todas objetivos idênticos, são parecidas.
Se na África o objetivo era tirar regimes autoritários do poder, nos outros países essa luta é contra o próprio sistema, cada vez mais bem observado pelas pessoas.
Em comum, essas revoluções são organizadas e realizadas pelo povo, com ferramentas modernas como a internet e se, em 1848 já causou em "estrago" enorme do século seguinte, o que essas irão causar?
E a nova crise em que se encontra o sistema, como ele a irá superar? Já usaram a Guerra para superá-la, a submissão de outros povos, mas agora, num mundo ao mesmo tempo mais alienado e mais atento, qual solução?
É claro que essas revoluções tem que ser organizadas e com um propósito, pois, muitos apenas lutam para amenizar a opressão do sistema atual, não sabendo como, apenas querem isso. Não basta, é necessário além da organização, um plano para o futuro, como se luta contra algo apenas para tirá-lo do poder? As chances de vencer são menores.
Se tudo ocorrer bem, aprendermos com nossos erros passados e lembrarmos da história, não será mais uma utopia não alcançada, pode dar certo e, não digo derrubar o sistema atual, mas mudá-lo a favor da maioria que sempre foi discriminada.
Nunca estivemos tão perto disso e ao mesmo tempo tão longe, um passo numa direção consolida o capitalismo mais uma vez o retirando da crise, um passo um pouco mais ao lado, gera esperanças de mudanças.
Será que era isso mesmo que eu queria escrever?


Primavera,

Os ideais difundidos na Revolução Francesa que procuravam garantir o direito à liberdade e propriedade, à igualdade perante a lei e a resistência à opressão para todos não se perderam completamente com o fim dela.

As monarquias absolutistas européias se esforçaram para extinguir esse pensamento revolucionário francês que tanto as ameaçava, o maior exemplo disso é o Congresso de Viena de 1815, onde as monarquias poderosas da Europa formaram uma aliança, prometendo ajuda mútua contra qualquer revolta desse tipo. O que não impediu que ideias liberais nascidas na Revolução Francesa se difundissem pelo velho continente no início do século XIX.

Porém, as políticas repressoras contra a população não bastaram e após 2 anos de péssimas colheitas entre 1846 e 1848 e da queda do consumo de produtos industrializados que demitiu milhares de operários, revoluções começaram a surgir ao mesmo tempo por toda a Europa.

Essa época de revoluções de caráter operário no ano de 1848 ficou conhecida como primavera dos povos.Ela derrubou a monarquia francesa instaurando uma república parlamentar, fez surgir levantes populares na Alemanha, Áustria e Itália e é muito importante para a história da luta de classes pois nela, pela primeira vez, o operário se politizou como força autônoma e exerceu seu protagonismo tomando partido próprio e lutando pelos seus interesses.

Essas revoluções tinham a perspectiva de um amanhã que não fosse apenas a continuação do hoje, mas que incorporasse conquistas para essa classe.

Após a primavera dos povos, a Europa não se transformou definitivamente, mas essa organização política dos operários fez com que eles adquirissem consciência do seu papel e da sua importância e possibilitou que se organizassem em futuras revoltas, como a Comuna de Paris e a Revolução Bolchevique.

Durante a primavera dos povos, Karl Marx publicou o Manifesto Partido Comunista, que defendia a mobilização dos trabalhadores e sua politização. Na mesma época também ocorreu a primeira grande crise do capitalismo, com a sobreprodução e a falta de consumidores, a solução para essa crise foi encontrada posteriormente no imperialismo.

domingo, 10 de abril de 2011

Escrita2,

Com intuito de melhorar minha habilidade dissertativa, tento escrever mais um resumo de um livro já lido, Perfume, e impor minha opinião e pensamentos sobre as ideias do livro, passar ideias para o papel, ou para o blog. :D

O livro é bem impactante, talvez pelo modo grosso de descrição e as vezes até exagerado. Já começa com Grenouille nascendo em meio a peixes e suas vísceras no lugar mais fedorento de Paris (só por descrever o fedor da cidade o autor construiu em minha mente uma imagem do lugar, só falando do cheiro! Eu gostei disso) e com sua mãe sendo condenada por infanticídio e morrendo decapitada.
Nos horrores da cidade, sua nojeira e o desgosto de imaginá-la, começa a história de um menino sem cheiro que tem um super olfato, esse super olfato faz com que ele enxergue com o nariz, quando criança sai no escuro para pegar lenha sem lanternas e não tropeça em nada, sabe onde madame Gaillard perde o dinheiro, começa a descobrir os cheiros antes das palavras, começa a distinguir não somente o cheiro da madeira do da terra, mas o do pinheiro, carvalho, olmo com o do barro, areia e pedras.
Grenouille se mostra extremamente resistente, como se não pudesse morrer enquanto não tivesse feito algo extraordinário. Trabalha com um perfumista, mas não vou narrar sua vida cronológicamente, vou a alguns pontos interessantes.
Grenouille guarda dentro de si todos os aromas que já sentiu, como que em adegas, onde pode sempre se embebedar com eles, ao sentir o cheiro dos campos começa a se afastar gradativamente do homem, e a repugnar o cheiro deles, somente vivendo dos aromas que já cheirou, chega ao ponto de morar no topo de uma montanha sem sentir cheiro humano por 7 anos.
Como não preciso me preocupar com spoilers, posso ir pra melhor parte, quando Grenouille percebe que não tem cheiro e então parte numa jornada para descobrir seu cheiro, volta à sociedade e começa a desenvolver perfumes, que aplica nele mesmo quando quer ser notado, pois sem o perfume ele passa totalmente desapercebido.
Grenouille então quer fazer o perfume perfeito, e para isso lembra do melhor cheiro que já sentiu, o de uma jovem menina.
Vai para Grasse, cidade de perfumistas, lá aprende técnicas que consegue aplicar para extrair o cheiro de seres vivos e também lá sente um aroma novo, sem igual no mundo, por trás dos muros de uma casa.
No final ele cria um perfume com a essência de várias jovens, o perfume que é o amor puro, a ingenuidade das jovens, sua naturalidade, ele cria um perfume que desperta nas pessoas o completo amor, sem que as pessoas percebam isso, com esse perfume ele parece maravilhoso para os outros.
Com seu perfume criado, não existe mais razão para Grenouille viver, ele poderia dominar o mundo com seu perfume, mas volta para Paris, no meio de uma roda de mendigos e prostitutas que se aquecem no fogo e se esborrifa com seu perfume, as pessoas da roda imediatamente começam a senti-lo, querem tocá-lo, amá-lo, elas são dominadas pelo seu mais primitivo sensor e loucas de paixão devoram Grenouille, arrancam seus membros e todas levam um pedaço para casa, só voltando depois de devorarem por completo a relíquia que haviam conseguido, depois voltam ao normal, nenhum dizendo uma palavra, mas tendo sido essa a primeira vez que fizeram algo por amor e o sentiram.
Uma passagem do livro diz que ninguém escapa ao cheiro, pois é fácil tapar os ouvidos quando não se quer escutar algo, ou fechar os olhos quando não se quer ver, mas é impossível ficar para sempre sem sentir o aroma de algo, pois esse ato se efetua junto à respiração, é impossível viver sem respirar, então o aroma sempre penetra nas pessoas, e quem dominar os aromas dominará as pessoas,
Enfim, um bom livro, pensei em várias coisas no meio dele, mas como disse no ultimo post, acabei esquecendo tudo que pensei

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Escrita,

O grande problema do momento, ninguém mais sabe escrever, ninguém tem vontade de escrever.
Outro problema com os mesmos motivos desse, alguém que fique muito tempo pensando em algo e não tenha com quem compartilhar, quando precisar explicar ou dissertar sobre o que pensava encontrará uma grande dificuldade.
Mais um problema, ninguém se lembra daquela teoria espetacular (no momento pareceu) que criou ontem, ninguém lembra daquilo que queria falar com outra pessoa quando a encontra e só lembra depois, quando essa já se foi.
A solução: listas, marcar por tópicos, palavras que remetam ao conteúdo inteiro, hoje em dia a informação é muita, tanta que você esquece até mesmo aquela explicação perfeita do professor de como viajar no tempo possui embasamento científico e teórico, não é uma coisa pra se esquecer, preciso compartilhar mais minhas ideias, escrevê-las talvez, mas nunca deixa-las desvanecer, exercitar um modo prático para expô-las e etc,
Pode trocar esse "ninguem" e "alguem" do texto por "eu"

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Lacuna cultural na história brasileira,

Antes de começar vou estabelecer uma escala, começando por seus avós, depois passando por seus pais até chegar a você.
Claro que essa escala depende da idade de cada um, mas imagine o seguinte, seu avô nasceu antes da ditadura, seu pai nasceu durante a ditadura e você depois, ok.
O Brasil, desde sempre, pode ser descrito como um choque de culturas, uma mistura intensa de raças, e isso é de conhecimento de todos, isso ajudou a fundar a cultura brasileira, diferente da Européia, diferente da Africana, diferente de todas.
Enquanto na Europa as óperas tomavam conta do cenário sendo apresentadas aos reis e suas cortes, o batuque era o principal "estilo musical" na África. A música e arte era feita na Europa principalmente para os reis, assim se dão seus temas restritos e monótonos, no Brasil isso mudou, um exemplo disso é Domingos Caldas Barbosa, filho de português e uma escrava. Apesar de estudar em Coimbra (só existia essa universidade?) ele introduziu em suas músicas um pouco da senzala, do romance, coisas que a corte portuguesa não conhecia, ele introduziu a expressão e sentimento que faltava a algumas músicas portuguesas, criou o estilo conhecido como modinha.
Ficou famoso não só no Brasil, encantou estrangeiros com o que havia criado.
Passa-se muito tempo (Domingos morreu em 1800) e tudo o que era desenvolvido no Brasil chegava a Portugal sob uma atmosfera, ao mesmo tempo, de medo e censura e excitação e novidade, as danças mais atrevidas do Brasil (tinha uma dança da Umbigada, que era tipo um créu do século XIX onde se formava uma roda e o homem saudava a mulher com a "umbigada", e ela retribuía) fizeram certo sucesso em Portugal, por se tratar de algo novo, logo as festas nos castelos eram mais animadas e acabavam com os membros da corte e convidados dançando descalços.
A música brasileira foi evoluindo, tanto que no início do século XX existia uma matéria na escola que ensinava a teoria musical, e o solfejo, que nada mais era do que cantar as notas musicais em sequência, no início do século passado a cultura era "ensinada" na escola, era passada para o futuro da nação, o discernimento, a propriedade de escutar e saber criticar tipos de arte era passada, porque o ignorante não é aquele que não sabe, é aquele que tem oportunidade de conhecer e simplesmente a julga inútil.
A música e arte brasileira chegou a Paris, onde foi recebida com certa alegria e fervura, a cultura brasileira, tão mestiça era ouvida longe, até que os Anos de Chumbo chegaram.
Há quem diga que a ditadura fez a arte brasileira aflorar, em músicas, poemas e peças contrárias ao movimento dos militares, que poetas e cantores tiveram inspiração na resistência, mas eu não acho que seja assim.
Ao mesmo tempo que milhares de músicas foram criadas e censuradas, poetas foram exilados, escritores foram presos por vestir a camisa do Paraguai, foram esquecidas as crianças dessa época que, como Karl Mannheim já havia citado, são fundamentais para o futuro de qualquer país, pois o que se faz com elas é o que elas farão com a sociedade no futuro.
Lembra do esquema que propus no início do post? Pois, essa é a época de nossos pais, eles foram essas crianças censuradas, que foram proibidas de ouvir Chico Buarque, as músicas cheias de metáfora contra a ditadura de Raul Seixas, de ler Paulo Coelho (esse que era amigo de Raul, tem uma história interessante sobre os dois).
Essas crianças, ao sofrerem intensa censura, foram privadas da ópera do começo do post, da modinha de Domingos Caldas Barbosa, passaram a aprender que música se relacionava com atitudes anti-ditadura, que arte não era necessária (essa é a minha visão, não vivi nessa época, mas pelo que andei vendo era isso mesmo) e o discernimento foi tomado dessas crianças, essa geração, que para alguns é um ápice de cultura reprimida, pra mim é um vazio, não pelo que deixou de ser criado, mas pelo que deixou de ser ensinado às crianças.
Espero ter conseguido me expressar para finalmente chegar a nós, passando nossos avós e pais, chegamos ao século XXI, nada de ditadura, nada de censura (em termos), suposta liberdade para a imaginação, para criar, mas onde está a criação?
Mesmo com o fim da ditadura, as aulas de solfejo não voltaram, não voltaram a nos ensinar nas escolas o que é realmente necessário, voltaram a pregar o decoreba, como nos anos de chumbo, cicatrizes da ditadura? Não sei disso.
Esse buraco que a ditadura criou gerou a juventude atual, superficial, corriqueira, acomodada, uma juventude que não se aprofunda em nada, que pensa que ler as manchetes na internet é se informar, que acha ópera idiota sem saber mesmo o que é, que odeia MPB sem saber o que é, que ignora a história, eu mesmo faço parte disso.
Sem o conhecimento básico para saber escutar, ver e criticar, nos acomodamos no que a TV e as mídias nos apresentam, é como comer muito cachorro quente, você se acostumou a comer cachorro quente, quando alguém lhe oferece nhoque ao molho branco com ervilhas você diz "não, não, cade meu cachorro quente de sempre?" isso acontece também com a gente entre o arroz e feijão e o sushi por exemplo.
Nós não procuramos a cultura mais, não aprendemos a criticar corretamente, só aprendemos a gostar do que nos é colocado, pelo ato da repetição, poucos ainda conseguem enxergar além disso.
Tudo isso pode se divergir pra diversos assuntos, como a falta de criação artística desse século, que tende mais a recuperar coisas passadas do que a criar novas, mas isso já aconteceu muito no passado também, pode se dizer que a vida e a história são feitas de ciclos que se repetem com certo período e que evoluem em outros, acho melhor parar por aqui mesmo, boa noite.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Parasitas da mente,

Gosto de ideias diferentes, que fogem ao comum e que possuem certo fundamento (ou por mais sem noção que sejam), ainda mais se elas despertarem em mim aquela curiosidade, vontade de pensar e debater.
O que não gosto é escrever sobre elas, fico divagando indo a fundo e voltando, analisando vários pontos e criando expectativas, mas como passar isso pro papel? Creio que isso seja uma das piores coisas, não conseguir escrever o que penso, esse então é um desafio pós Parasitas da Mente, fiquei com uma vontade imensa de escrever algo a respeito desse livro, pelo menos vou tentar ser preciso e apontar o que gostei (realmente, adorei certas passagens) e o que senti preguiça de ler.
Colin Wilson escreveu uma crítica a um famoso escritor de horror e ficção, H. P. Lovecraft, e então foi desafiado a fazer melhor que ele, uma história de horror clássica.
Ele diz que seria o primeiro e talvez último livro de ficção-extraordinário que escreveria. Aqui chego no primeiro impasse, quero escrever sobre a ideia do livro, e não essas introduções para quem não leu haha, então pulo essa parte, pode se considerar que já perdi meu objetivo, mas não importa.

O livro! Peguei na biblioteca municipal por acaso, o título me interessou, o começo nem tanto. Mas foi um livro que quando estava quase cansando de ler começou a prender minha atenção e me fez não conseguir parar de ler, até uma certa parte no final que começou a ficar de certa forma irritante, por partes:
Gilbert Austin narra sua história, um amigo se suicida logo no início, ele fica intrigado pois o homem era feliz e essas coisas, começa a sentir um vazio e está até deprimido quando vai a uma escavação na Ásia menor, como arqueólogo que era, logo se sente melhor e encontra um grande amigo que considera uma pessoa extraordinária. Vou pular muita coisa e partir para o principal, a despeito das descobertas incríveis no sítio, Austin recebe relatórios do seu amigo morto e num dia de cansaço decide lê-los. Devo acrescentar que Austin a esse ponto já tivera experiencias de depressão terríveis, pois, nesses relatórios ele descobre a morte de seu amigo, ele tinha descoberto os parasitas da mente.
O que eram? Algo que justificava muita coisa na raça humana, desde índices de aumento de suicídio e crimes até rebeliões, guerras sem sentido e afins. O professor morto tinha descoberto que esses parasitas habitam o fundo da nossa mente, e escondidos lá nunca são encontrados, ficam se alimentando de nós, no nosso medo e depressão, para isso as vezes eles sobem à tona e causam medo no mundo.
As bases pra essas afirmações estavam em pessoas famosas, revolucionárias, que simplesmente morreram de loucura ou por coisas tolas, os parasitas causavam medo e solidão nessas pessoas que poderiam ser problemas para eles, se fossem descobertos poderiam ser combatidos afinal.
Após ter consciência do inimigo, Austin precisa garantir que mais alguem saiba, pois está sob vigilância deles, e não podia subestimá-los, seu amigo morto havia feito isso e pensava estar no controle, e morreu haha.
Ok, ele então conta para seu amigo de escavação, Reich, julga ele, não vai achá-lo louco e vai entender o perigo, isso acontece e é aí que o livro começa a ficar bom.
Juntos eles repassam tudo o que sabem dos parasitas, criam modos de enfrentá-los e descobrem inúmeras coisas, vou citar algumas:
O mundo é escravizado pelo hábito, quando alguém está prestes a ter uma ideia e o estômago ronca, ela come algo e se esquece da ideia, os parasitas criaram os hábitos que acondicionam os humanos a uma vida lenta e monótona, eles não querem a evolução obviamente, e precisam manter o nível de ódio e guerras em alta.
Os parasitas não são vistos, são o medo, são a sensação de estar dando tudo errado que te levam pra baixo e te fazem desistir das coisas.
Grandes nomes da história foram bonecos com a mente dominada por esses parasitas, grandes nomes teriam descoberto sua existência e side eliminados.
Os dois ficam cientes que o mundo enfrente um grande perigo, e que eles também, então começam a pesquisar pessoas em quem podem confiar para contar o segredo, pois qualquer um acharia eles loucos, e precisavam acima de tudo de mentes fortes.
Nesse tempo Austin descobre coisas interessantes, uma delas é que os parasitas bloqueavam a mente das pessoas de certa forma, sabendo da existência deles, Austin começa, por acaso, a desenvolver poderes de psicosinese, nem sei se assim chamavam, com esses poderes ele começa a mudar a direção de moscas e levantas cinzas, além de perceber impulsos das pessoas a sua volta, como uma mulher que precisava de sexo e emanava isso, agora ele sentia, sua mente estava livre para pensar.
Os homens só usam 5% na mente, e usam esses 5% para resolver assuntos corriqueiros e coisas simples, quando poderiam usá-los para explorar a mente ainda mais.
Muitas informações interessantes, não lembro de todas, voltando a narrativa, eles encontram um homem, Fleishman, que escrevera um livro sobre impulsos sexuais e em seus textos, podia se evidenciar que ele suspeitava dos parasitas, mas não sabia a o que eram. Eles iniciam Fleishman, assim são três cientistas por assim dizer, sabendo da existência dos parasitas, e começam a expandir seus conhecimentos, Fleishman chama conhecidos amigos, que chamam outros, todos filósofos, físicos, pessoas de mente aberta e inteligentes, logo o grupo reune cerca de 20 pessoas, eles estudam o que são os parasitas, se aprofundam na mente e tudo mais, descobrem pessoas atuais que são bonecos desses parasitas,

Termino o post aqui pra continuar amanhã, depois é só editá-lo



terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Lista,

Já é de praxe:
1- Felicidade
2- Tenho alguém em mente, que está sempre ocupando meu pensamento, não espero nada, isso nem era pra entrar na lista
3- O ano passou rápido mesmo, o 3º é o mesmo do ano passado
4- Eu não sei se tem um 4, não vou esperar nada de 2011 então, mas no fundo eu já estou esperando, e achando que vai ser um dos melhores anos, não quero estar errado.


No final é sempre a mesma coisa, acho que não mudei muito a lista do ano passado, mas cresci bastante esse ano, pelo menos prefiro assim pensar. Também gosto do fato que cumpri tudo que pretendia pra 2010, também, com uma lista com 4 itens, onde 3 já são quase certos haha, gosto de pretender pouco, é mais fácil no final, se eu citar muitos itens na lista vai dar preguiça de acabar alguns, fico tranquilo com 4.


"1-não ter objetivos, simplesmente viver
2-comprar a droga do patins
3-falar que o ano passou rápido quando chegar dezembro e fazer a listinha de 2011
4-parar de escrever 3 posts no mesmo dia e fingir que foram bem bolados"

Feliz Natal e bom Ano Novo.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

História,

Matemática e física não me interessam, a história da matemática e da física sim.
Por exemplo, o Gauss era provavelmente muito mais inteligente que o newton, o einstein, mas menos famoso, era um gênio e com 10 anos já inventou a progressão aritmética.
Ele teve sorte de encontrar um tutor que o bancava, então só precisava sentar e pensar, fazer contas, que era o que gostava, aí ele calculou coisas impossíveis e não saia divulgando, apenas continuava fazendo contas e aprendendo novas linguas nas horas livres, se informando sobre política mundial e filosofia.
Ele ainda criou todas aquelas leis de espelhos, calculou a trajetória de planetas que ainda nem sabiam se existiam, inventou um telégrafo e tudo mais.
Morreu tranquilo, matemáticos um século depois sofreram para descobrir coisas que, muito tempo atrás, Gauss já havia feito, mas não divulgado.
É por isso que história me interessa, não quero saber resolver o método dos mínimos quadrados e essas coisas se nessas 13 linhas já li algo legal.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Soul,

Já faz tempo que não sei mais o que escrever e fico postando qualquer coisa que me vem na hora, é um blog onde escrevia sobre o dia, inventava qualquer coisa pra ser engraçado ou tentava um poema ou outra coisa, mas não sei fazer isso, tenho uma redação pra olimpíada pra fazer e nem comecei, tenho que diversificar as palavras.
Pessoas com quem conversava antes hoje já nem vejo, pessoas com quem não ficava antes agora passo o dia todo, não dá pra saber se isso é bom ou ruim, só vou descobrir bem depois, senti saudades de falar com algumas pessoas.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Hamster,

Espaço para posterior debate

Hey you,

Hey you, hey
I can't even say hey
doesn't matter what I say
doesn't matter what I may
do
I'll do this for you
not only one, but two
believe me I'll do
that
However direction I set
Ignoring Sara and Matt
I say hey, just let
it go
you know I'll show
man you're low
so hey, just go


segunda-feira, 5 de julho de 2010

afinidades,

Tenho uma leve afinidade
por cascalhos jogados ao chão
daqueles que pegamos na mão
e arremessamos com vaidade

Temo que realmente gosto
de olhar de noite para o céu
imaginar que ele é nosso
te sentir doce como mel

Temo que no fundo adoro
não posso quebrar esse feitiço
e não sei se choro
não me resta mais que isso

Tenho uma leve afinidade
por você
não quero admitir
o que temo sentir
quero que não seja verdade
e prefiro mentir





segunda-feira, 28 de junho de 2010

Sob carpetes,

Como toda história, essa começa uma vez quando, em um reino distante (não muito), havia um rei que mandava varrer toda a sujeira do castelo pra debaixo dos carpetes vermelhos. Outras pessoas que não questionavam a vontade do rei sempre diziam "ó, mas que sabedoria, nunca pensaria em algo assim" mas no fundo pensavam "que rei bocó, não sabe nem dar ordem pra limpar o castelo".
Essa pessoas eram súditos, serviçais, autoridades importantes e até visitantes.
O tempo foi passando e o costume do rei, que era idiota, passou para essas pessoas, e elas começaram a varrer a sujeira pra debaixo do tapete em suas casas ou aposentos até que uma epidemia de pneumonia atacou o reino matando (quase) todos fora do castelo do rei.
As pessoas pediam refúgio no castelo e não entendiam como naquele lugar não tinha ninguém doente, um médico disse "ó, mas essa poeira debaixo de tapetes e carpetes está causando mortes por toda a cidade" e levantavam tapetes encontrando poeira, restos de comida, moedas, animais e anões, até mesmo fios de cabelo, o médico perguntou "grande rei, com sua inteligencia e fugacidade (o médico não entendia o que esse termo significava), por favor nos diga como fez para que a sujeira não se acumulasse debaixo dos carpetes".
O rei disse que ao final da semana mandava os faxineiros limparem toda a sujeira que ficara debaixo dos carpetes para não acumular, o médico aplaudiu a inteligencia do rei, todos vibraram e urraram obedecendo a superioridade do rei mas não restavam pessoas suficientes para limpar toda a sujeira acumulada no reino .

Historiadores não conseguiram encontrar uma explicação para a morte de milhares de pessoas séculos atrás, não acreditaram na versão da poeira debaixo do tapete "não existe povo tão burro a esse ponto" e depois de um tempo começaram a varrer sujeira pra debaixo do tapete de suas casas.

Posso dizer que o mundo acabou com uma epidemia de pneumonia
assassina e ao mesmo tempo divina
tratada com desrespeito nesse texto mal feito
mas o mundo não acabou
continua assim pra você e pra mim


quarta-feira, 16 de junho de 2010

sabe,

Quando você se cansa das pessoas, não tem vontade de manter uma conversa, nem forças pra puxar um assunto e se conforta em ficar ao sol alí e não se importa com o resto e fica de boa e pessoas passam você ri anda um pouco encontra alguém interessante e começa a conversar sem rumo e vai longe